NOVOS
TALENTOS : Leela
Orgulho
do Underground carioca
Através de um som diferente e
acessível, Leela é uma das bandas mais badaladas do gênero
Melodias legais, guitarras power distorcidas e altas, baixo e batera na pressão total. Com esses ingredientes, a banda Leela é o orgulho da cena alternativa carioca. Liderada pela bela e loiríssima vocalista Bianca Jhordão, o Leela está entre as mais famosas bandas indies do Rio de Janeiro e porque não do Brasil, já que excursionou de Norte a Sul do país participando dos principais festivais de música, incluindo o Abril pró Rock. Apesar de "underground", a banda possui uma sonoridade bem acessível, que facilmente cai no gosto do público. Uma das marcas registradas desse sucesso é justamente o som, que apresenta propostas totalmente diferentes em relação às bandas que já estão no meio há bastante tempo. O grupo é formado por Bianca Jhordão (guitarra e vocal), Rodrigo Brandão (guitarra), Melvin (baixo) e Luciano Grossman (bateria). Vale lembrar que o Leela surgiu através dos ex-integrantes da banda punk carioca Pólux, Bianca Jhordão e Rodrigo Brandão, que inclusive é filho do baixista Arnaldo Brandão, ex-Bolha, Brylho, Hanoi-Hanoi, etc. A banda já tem Um CD demo na praça. As músicas Ver o Quer Faço, De Vez e Nenhuma Palavra são os grandes destaques. As letras, todas em português, o instrumental e arranjos complementam a qualidade do trabalho. O novo e primeiro álbum oficial já está em fasé de pré-produção. Inclusive a banda acaba de assinar contrato com o Arsenal Music, selo do produtor Rick Bonadio - que já trabalhou com CPM22 e Charlie Brown Jr, e planeja entrar em estúdio depois do carnaval. O primeiro disco da banda carioca terá 11 faixas e o lançamento do primeiro single está previsto para abril. Para mostrar um pouco mais sobre essa banda, que já caiu no gosto do público carioca com o carisma e talento de seus integrantes, convidamos a vocalista Bianca Jhordão, considerada pelos críticos a Sex-Symbol Underground, tamanho são seus dotes musicais e físicos. Além de atuar ao lado da banda Leela, em shows por todo o Brasil, a vocalista ainda descola um tempo para escrever colunas periódicas sobre música, estudar, e trabalhar num programa de rádio na Internet. Confira a entrevista na íntegra! Site: http://www.leela.com.br Contato: E-mail: leela@terra.com.br |
Marcus Vinicius Jacobson
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Reportagem
1) Antes de mais nada porque Leela? Leela é um nome que tem sua origem na filosofia hindu e significa "brincadeira dos deuses". Eu e Rodrigo queríamos um nome pequeno e que tivesse um significado bacana. Achamos que Leela era o nome perfeito para nossa nova banda. Eu adoro esse nome.... 2) Atualmente o Leela é a banda independente de maior destaque no Rio de Janeiro. Qual o diferencial para esse sucesso? Muita ralação, muitos shows pelo Brasil. A gente não espera, vai atrás e agita. Desde o começo da banda, mandamos material pra vários lugares do Brasil e fomos chamados pra tocar no festival MADA em Natal. Depois fizemos shows pelo Nordeste - Salvador, João Pessoa, Aracaju, Sul - Florianópolis, Porto Alegre, São Leopoldo, Centro-Oeste - Goiânia e Brasília, Sudeste - Belo Horizonte, Juiz de Fora, São Paulo e por todo o Rio e grande Rio.
4) Muitos críticos não cansam de comparar você nos vocais do Leela com a Paula Toller. Como você lida com essa comparação? O Kid Abelha já está no inconsciente coletivo de todos nós, brasileiros. As músicas tocaram e ainda tocam muito nas rádios.... A comparação rola porque somos loiras e nosso timbre se parece um pouco. Mas nem o Kid e nem a Paula são minhas referências. Eu nunca escutei nem me importei com o Kid Abelha na minha infância e adolescência. Agora, devido a essas comparações, até parei para escutar alguma coisa deles sim, (risos...). Definitivamente, Kid Abelha não é referência estética para nenhum de nós do Leela, mas não podemos deixar de reconhecer o valor deles no rock e pop nacional, eles estão aí até hoje, fazendo tudo de forma bastante coerente, na minha opinião. 5) Como vocês vêem o Underground carioca hoje em dia? Vejo o Rio como um grande celeiro de bandas underground nacional, com grande qualidade e diversidade artística. O problema é que as bandas não se divulgam muito fora daqui, acho que por causa dessa coisa de "o Rio ser a vitrine". Mas o que percebemos, fora do Rio, é que a imagem da cena carioca não é muito boa não, não sabem muito o que está acontecendo direito aqui. Acho que nos outros Estados, a cena alternativa está bem mais coesa e organizada que aqui, também devido a falta de lugares e condições legais para se tocar no Rio, mas sinto uma sensível melhora em tudo isso. 6) Você é apontada como "Sex-Symbol Underground". Você acredita que isso contribui para o Leela ter uma divulgação maior na mídia? Ajuda a ter maior divulgação sim. Mas vemos isso como uma bobagem, queremos que as pessoas comprem nosso disco pra escutar nossas músicas e não ficar vendo a capa com as fotos, aliás acho q no nosso disco nem vai ter foto (bricadeira....). Não acredito que vão comprar ou deixar de comprar disco do Leela por eu ser "sex symbol", quer dizer, eu não faria isso de jeito nenhum (risos..) 7) Fale pra gente sobre as características do som que vocês tocam. Melodias legais, guitarras power distorcidas e altas, baixo e batera na pressão total. A gente prefere pensar no Leela como uma banda de rock alternativo, seja lá o que signifique isso, que seja alguma coisa diferente do que está rolando no mainstream nacional. 8) Quais metas vocês tem em mente e pretendem alcançar ainda? Lançar o disco, divulgá-lo bastante e fazer muitos, muitos shows!
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| ATENÇÃO |
Chegou seu momento de aparecer na Internet ! Queremos entrevistar GRUPOS ou ARTISTAS SOLO de qualquer estilo e que estejam prestes a lançar um CD ou já despontando no mercado musical para uma maior divulgação! |