Copyright © 1998-2001 MV Portal de Cifras  
 
                                                                  
Esta página é parte integrante de MV Portal de Cifras (http://www.mvhp.com.br)
Este material não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem prévia autorização.

O Ipê E O Prisioneiro [dois Violões]
Tom: A e C#m
2º violão: C#m7/5-   F#º     C#m7      G#m7/5-   C#m7 
1º violão: A7        D       A         E7        A 
C#m7 
A 
Quando a muitos anos fui aprisionado nessa cela fria 
                                               G#m7/5- 
                                               E7 
No segundo andar da penitenciara lá na rua eu via 
               D#m7/5-                                 F#º 
               Bm                                      D 
Quando um jardineiro plantava um ipê, e ao correr dos dias 
            C#m7             G#m7/5-              C#m7   C#m7/5- 
            A                E7                   A          A7 
Ele foi crescendo e ganhava vida, enquanto eu sofria. 
            F#º                C#m7 
            D                  A 
Meu ipê florido junto a minha cela 
            G#m7/5-        C#m7       C#m7/5- 
            E7             A             A7 
Hoje tem altura de minha janela 
            F#º                 C#m7 
            D                   A 
Só uma diferença há entre nos agora 
               D#m7/5-               G#m7/5- 
               Bm                    E7 
Aqui dentro as noites não tem mais aurora 
             D#m7/5-          G#m7/5-  C#m7 
             Bm               E7       A 
Quanta claridade tem você lá fo-      ra. 
C#m7 
A 
Vejo em seu tronco cipó-parasita te abraçando forte 
                                                G#m7/5- 
                                                E7 
Enquanto te abraça suga sua seiva te levando a morte 
            D#m7/5-                              F#º 
            Bm                                   D 
Assim foi comigo, ela me abraçava e depois me traia 
             C#m7           G#m7/5-         C#m7  C#m7/5- 
             A              E7              A     A7 
Por isso a matei e agora só tenho sua companhia 
{repetir Refrão} 
Deus te pague
Tom: G
Intro:  G D7 G D7 
G                            D7                 G 
Querida aceite essas flores que apanhei pra te ofertar 
G                       D7                 G 
são flores que tu plantastes no jardim do nosso lar 
C                G                 C 
hoje é uma data feliz, eu quero te homenagear 
D7           G              D7        G 
saudando a tua saude e o passado relembrar 
D7,G,D7,G 
G                                D7          G 
já fui um mal companheiro, fui pervérso e infiel 
G                            D7          G 
mas uma esposa sincera enfrenta tudo que vier 
C                     G                C 
é como diz o ditado "anda errado só quem quer" 
D7                       G            D7           G    
quando eu não soube ser homem, tu soubeste a ser mulher 
D7.G,D7,G 
G                          D7              G 
hoje em dia me envergonho de ter um passado assim 
G                      D7                 G 
somente a tua bandade impediu meu triste fim 
C                       G            C  
enquanto eu repassava botiquim por botiquim 
D7                G        D7             G      
voçê em casa esperava rezando em prantos por mim 
D7,G,D7,G 
G                    D7                  G 
até que um dia suas preces lá do céu Deus escutou 
G                          D7                  G 
pois a mão no meu caminho, meu destino transformou 
C                 G              C 
abandonei a bebida minha vida indireitou 
D7             G             D7          G 
me dediquei a familia e meu lar Deus abençoou 
D7,G,D7,G 
G                        D7               G 
hoje fazem 15 anos que nós dois em frente ao altar 
G                       D7                  G  
juramos aos pés da virgem para sempre nos amar 
C                       G              C                       
tua bondade impediu dessa jura eu não quebrar 
D7              G            D7              G   
Deus te pague ó querida, por ter "sarvo" nosso lar 
D7,G 
Um Tostão de Chuva
Tom: F
Intro: F C F C F C 
“Falado” – Aquele perverso fazendeiro era contra a natureza, em tudo que via no mundo, ele não achava beleza, 
tinha uma grande fazenda, a maior da redondeza, mas tinha um coração de fera conhecido por suas proezas... 
F                         C        F 
Trabalhava para ele o negrinho Sebastião 
		  C			  F 
Era uma pobre criança que sofria em suas mãos 
               G	  C	      G        C 
Por ser muito religioso, era aquela judiação. 
               Bb	            F		G	 
Pra aumentar o espanto seu, sempre que falava em Deus 
C7	                 F		 
Apanhava do patrão 
F		C		        F 
Veio a seca na fazenda, para tudo terminar 
                                    C	   F 
E o pretinho vendo aquilo com seu patrão foi falar 
         G                   C	   G	      C   
O senhor deve ter fé, para Deus deve rezar 
          Bb	        F			  G	 
Faça um pedido em prece, que o senhor lhe agradece 
            C7       F 
e a chuva cairá 
F		 C		       F 
O patrão ficou furioso e no negrinho bateu 
		     C			      F 
Mas a surra foi tão forte que o coitadinho morreu 
               G	       C	         G	       C 
Quando estava no caixão seu patrão se aproximou 
                Bb	           F	  G 
Com desprezo e maldade mostrando sua crueldade 
           C7	     F
Essas palavras falou 
...Tome lá negrinho, leve essa moeda no caixão, e diga lá pro seu Deus, 
mandar chuva no meu chão, já que acredita nele, leve pra ele essa encomenda, 
e que mande 10 tostões de chuva, aqui na minha fazenda... 
F		   C			F 
Logo depois do enterro, veio um forte furacão 
		C			F 
Arrasou com a fazenda, inundo tudo pelo chão 
    G		 C	   G	           C 
O negrinho apareceu, entregou ao seu patrão 
         Bb		     F			  G 		 
novecentos réis de troco, porque a chuva que veio 
               C7              F 
Foi somente um tostão 
F C F C 
Dona Saudade
Tom: G
Intro: G C G D C G  
	  G	          C 
COM SINCERIDADE A DONA SAUDADE                      
                 G 
NÃO TEM MESMO JEITO 
                       C 
DA DESILUSÃO DO MEU CORAÇÃO  
                G 
QUER TIRAR PROVEITO 
               D	         C 
PELOS MEUS CAMINHOS COLHEU GRAVETINHOS 
             G 
DE UM AMOR DESFEITO 
       D	             C 
E DEVAGARINHO ELA FEZ SEU NINHO 
               G 
DENTRO DO MEU PEITO 
                       C 
Ó DONA SAUDADE TENHA PIEDADE  
                 G 
NÃO ME APERTE TANTO 
            D                      C 
DEIXE ESTE CABOCLO VIVER MAIS UM POUCO 
                 G 
NEM QUE SEJA EM PRANTO 
                              C 
QUERO VER AQUELA FLOR PURA E BELA  
            G 
PERDER SEU ENCANTO 
       D	                    C 
SEU CHORO ELA CANTA QUERO QUE ESTA SANTA   
                 G D C C7 G 
CHORE QUANDO EU CANTO 
                            REPETE CANÇÃO
Riozinho
Tom: A
A                      F#m         C#m 
MEU RIO PEQUENO, BRAÇO LÍQUIDO DOS CAMPOS. 
    D          A9         F#m       E7 
RODEADO DE BARRANCOS CORROÍDO PELOS ANOS 
         A            F#m         C#m7 
VAI ARRASTANDO FOLHAS MORTAS E SAUDADES 
       D9            A          E7          A 
PÔR DO SOL DE MUITAS TARDES, ILUSÕES E DESENGANOS. 
 
       Bm        F#7         Bm7 
USANDO VALES CHAPADÕES E PANTANAIS 
    A            E             D          E 
BEBEDOUROS DE PARDAIS, CAMPO ESPELHO DE LUAR. 
        A             F#m          C#m 
O SEU ROTEIRO NÃO TEM VOLTA SÓ TEM ÍDA 
    D            A9           E7          A 
PRA FINDAR A SUA VIDA NA AMPLIDÃO AZUL DO MAR 
 
          D          E               A                    
RIOZINHO AMIGO, SÃO IGUAIS AS NOSSAS ÁGUAS. 
       D9              A9       F#m              E7 
TAMBEM TENHO UM RIO DE MÁGOAS A CORRER DENTRO DE MIM 
A      D             E       A9 
USANDO N'ALMA CAMPOS SECOS E DESERTOS 
     D              A          E          A 
CADA VEZ VENDO MAIS PERTO O OCEANO DO MEU FIM 
 
                  F#m             C#m7 
RIOZINHO AMIGO NASCESTE JUNTO À COLINA. 
       D             A          F#m          E7 
ERA UM RIO D'ÁGUA DE MINA E CRESCEU TÃO LENTAMENTE 
          A        F#m              C#m 
VARZEANDO MATAS, RAMAGENS, JUNCOS E FLORES. 
     D9          A       E               A9 
PASSARINHOS MULTICORES SEGUIRAM VOSSA CORRENTE 
 
          Bm            F#7        Bm 
RIOZINHO AMIGO, QUANTAS VEZES ASSISTIU. 
A                 E      D                 E 
ACENOS DE QUEM PARTIU, ENCONTRO DOS QUE CHEGARAM. 
       A          F#m              C#m 
FOI TESTEMUNHA DE MUITAS JURAS DE AMOR 
        D           A        E7         A9 
QUANTAS LÁGRIMAS DE DOR SUAS ÁGUAS CARREGARAM 
 
                        F#m       C#m 
RIOZINHO AMIGO SOBRE A AREIA DO REMANSO 
   D9             A          F#m         E7 
ANIMAIS EM SEU DESCANSO, ALÍ VEM MATAR A SEDE. 
        A             F#m            C#m 
AS BORBOLETAS EM SUAS MARGENS SE AMONTOAM 
    D            A            E7             A9 
E DEPOIS ALEGRES VOAM NA AMPLIDÃO DOS CAMPOS VERDES 
 
 
        Bm             F#m7       Bm 
A BRISA ENCRESPA O SEU ROSTO DE MENINO 
       A9           E      D                E7 
COMO O MAIS TERNO E DIVINO BEIJO DA MÃE NATUREZA 
          A            F#m       C#m7 
LINDAS PAISAGENS, MADRUGADAS COLORIDAS. 
  D              A9           E7          A9 
ENCONTROS E DESPEDIDAS SEGUEM VOSSA CORRENTEZA
Morena do Sul de Minas
Tom: G
G                     D7                          G 
Minha linda garça branca do varjeão do sul de Minas  
                            D7                G   D7 
Que voa cortando espaço cruzando verdes Campinas  
G          A7           D7                    A7                       
Vai dizer pra minha amada que a paixão me domina  
       D7          G          D7          G  
Ela será meu tesouro, ou talvez minha ruína, ai, ai!  
 
G                 D7                       G 
O assunto desse amor trago sempre na surdina  
                         D7                  G D7 
Só meu coração que sabe que a morena me fascina  
G           A7         D7                      A7                       
Sei também que ela me ama desde o tempo de menina  
             D7      G          D7             G 
Só não me caso com ela se não for a minha sina, ai, ai!  
 
G                     D7                 G 
Essa morena que eu digo é uma graça divina  
                        D7                 G  D7 
Tem o rostinho bem feito e a cinturinha fina  
   G        A7        D7                     A7           
Alem disso é fazendeira cheia de libra esterlina  
          D7        G             D7            G 
Eu me casando com ela faço um negócio da china, ai,ai!  
 
A7                    D7         
Casar com mulher bonita é a coisa que mais me inclina  
                  G 
Ai, ai, ai, Rosalina!  
 
G                    D7                       G 
A saudade mata a gente quando a paixão predomina  
                              D7              G   D7 
Eu tenho quase morrido por alguém que me alucina  
G          A7         D7                        A7 
Esta dor que me persegue já nao sei quando termina  
           D7              G             D7               G 
Se eu não realizar meu sonho adeus, Estado de Minas, ai, ai!
Felicidade de Caboclo
Tom: A
Intro: A7 D E7 D A A7 D E7 A  
 
A               E7 
Todo o caboclo tem  
                                A 
Uma viola, uma saudade, uma canção 
 
A                                   Bm 
Tenho na mente uma canção bem decorada  
                E7                      A 
Uma viola pendurada no meu rancho de sapé  
                                     Bm 
Uma cabocla pra cuidar dos meus trapinhos  
                     E7            D            A 
Na gaiola um passarinho que me acorda no amanhecer. 
           A7                        D 
Felicidade não se compra, não se vende  
                         E7                      A 
Quando dois amor se entende tem de graça até morrer! 
 
A               E7 
Todo o caboclo tem  
                                A 
Uma viola, uma saudade, uma canção 
 
A                                    Bm 
Minha cabocla tem os olhos tão ligeiros  
                   E7                      A 
Um olhar tão feiticeiro que em barra no falar  
                                Bm 
Tenho ciúme do olhar desse cabocla  
                  E7            D           A 
Por que ela prende a gente só no modo de falar 
              A7                       D 
Mas se algum dia esse cabocla for embora  
                     E7                         A 
Juro por nosso Senhora que eu vou morrer de chorar.  
 
A              E7 
Todo o caboclo tem  
                                 A 
Uma viola, uma saudade, uma canção.
A sementinha
Tom: A
Ponteio de introdução (aproximado):
(Tocar em dueto os pares verticais de notas)

 A7               D       A7        D
  19 17 13|17 15 12|15 13 10|12 13 15|
220 28 25|28 27 23|27 25 22|23 25 27|
 A7               D       A7        D A7     D
  19 17 13|17 15 12|13 14 15|13 10 23|15 13 12|
220 28 25|28 27 23|25 26 27|25 23 32|27 25 23|
                                 A7
Lá na casa da fazenda onde eu vivia
                                 D
Numa manhã de garôa e de céu nublado
                     B7             Em
Achei no chão do terreiro uma sementinha
    A7                               D
Pensei logo em plantá-la no chão molhado.
                               A7
O tempo passou depressa e a mocidade
                                      D
Chegou como chega a noite ao cair da tarde
                 B7             Em   A7
Veio morar na fazenda uma cabocli-  nha
                                      D
Graciosa, bela e meiga e na flor da idade.
Ponteio:
 A7               D       A7        D A7     D
  19 17 13|17 15 12|13 14 15|13 10 23|15 13 12|
220 28 25|28 27 23|25 26 27|25 23 32|27 25 23|
                                 A7
Iniciou-se um romance entre eu e ela
                                  D
Na sombra aconchegante de uma paineira
               B7                 Em
Dei a ela uma rosa com muita esperança
    A7                                 D
Que eu colhi de um galhinho daquela roseira.
                                  A7
Marcamos o casamento pro o fim do ano
                                    D
Pra mim só existia ela e pra ela só eu
                     B7                Em    A7
Pouco mais de uma semana pra o nosso idí-   lio
                                  D
A minha flor prometida doente morreu.
(Ponteio)
                                A7
Arranquei o pé de rosa na primavera
                                  D
E plantei na sepultura de minha amada
                       B7              Em
Todas as tardes eu molhava com o meu pranto
   A7                                D
A roseira foi murchando e acabou em nada.
                                 A7
A chuva se foi embora e o sol ardente
                                    D
Matou a minha roseira e secou meu pranto
                   B7           Em   A7
Só não matou a saudade da cabocli- nha
                                   D
Pois eu vejo sua imagem em todo o canto.
(Ponteio)
                                       A7
Por isso é que eu vivo longe de minha terra
                                   D
Seguindo a longa estrada de minha vida
                  B7             Em
Procuro viver sorrindo mas no entanto
     A7                             D
Eu choro ao me recordar a amada querida.
                               A7
O destino como sempre é caprichoso
                                 D
É cheio de traições e de sonhos loucos
                   B7               Em   A7
Tal qual aquela roseira e a minha ama-  da
                                          D
Eu pressinto que também vou morrendo aos poucos.
(Ponteio)
Caminheiro
Tom: E
E
20 20 22 23 23 23 23 22 20 23
12 12 10 12 12 12 10 23 22 20
                     E7    A
12 12 10 12 12 12 10 23 10 22
   B7                E
10 24 22 20 20 32 20 31
            B7 E                  B7 E
20 31 42 20 52 42  /  20 31 42 20 52 42
                      G#m         A             G#m
Caminheiro que lá vai indo,/ pro rumo da minha terra
       A          G#m      E                    E7    E
Por favor faça parada, na casa branca da serra
 E7              E         E7            E
Ali mora uma velhinha, chorando o filho seu
      E7            E        E7           E
Essa velha é minha mãe, e o seu filho sou eu  (60 62 64)
 A               E          B7           E
Vaaaaaaai, caminheiro, leva esse recado meu
INTRODUÇÃO
                    G#m        A            G#m
Por favor diga pra mãe, zelar bem do que é meu
        A            G#m           E                E7    E
Cuidar bem do meu cavalo, que o finado pai me deu
    E7              E          E7              E
Do meu cachorro campeiro, meu galo índio brigador
       E7         E             E7       E
Minha velha espingarda, e o violão chorador  (60 62 64)
 A               E         B7          E
Vaaaaaaai, caminheiro, me faça este favor
INTRODUÇÃO
                     G#m       A            G#m
Caminheiro diga pra mãe, para não se preocupar
    A               G#m      E                E7    E
Se Deus quiser este ano, eu consigo me formar
   E7                E         E7             E
Eu pegando o meu diploma, vou trazer ela pra cá
    E7                   E         E7                  E
Mas se eu for mal nos estudos, vou deixar tudo e volto lá  (60 62 64)
A                E            B7          E
Ooooooooi, caminheiro, não esqueça de avisar (3 vezes)
Mãe de Carvão 
Tom: G

G          D7                G                D7                  G
Muntado no lombo da louca saudade deixei a cidade voltei  pro sertão
              D7              G                  D7                G
Fui ver minha casa na velha fazenda o rancho a moenda  o velho galpão
              B7                   Em                  A7
Cheguei de mansinho olhando pros lados, meus olhos molhados de tanta 
  D7
Emoção
             C                  G                   D7 
Passei a cerquinha de arame farpado, o angico encorpado me olho do 
    G     C  A7  D   G
espigão
Na porta do rancho bem rente a soleira, esbarrei na roseira, levei um arranhão
A linda roseira de rosas vermelhas puxava a orelha do filho fujão
Passei a saleta e fui pra cozinha, no canto ainda tinha o velho fogão
Olhei pra parede meus olhos pararam e meus pés ficaram pregados no chão
Revi na parede um rosto traçado que a tempos passados ieu fiz de carvão
O tempo e a chuva molhou o reboque que fez o retoque com tal perfeição
Me fez eu criança envolto na manta no colo da santa seguro em tuas mãos
Seus olhos estavam radiantes de brilho segurando o filho e dando a 
    G    G7
benção
                C               G              D7               G 
Fechei os meus olhos rezei para ela pintada na tela da minha ilusão
            D7                G               D7               G 
Mãezinha querida meu grande tesouro você é de ouro e não de carvão
               C                  G                   D7
No mundo onde ando de loucas estradas eu sei não sou nada sem sua 
      G
proteção.
O prisioneiro e o pé de Ipê 
Tom: A
Intro: A A7 D D7 E A 
A                               E               AEA  
Quando a muito anos fui aprisionado nessa cela fria
                                                E
Do segundo andar da penitenciária lá na rua eu via
                                                     D
Quando um jardineiro plantava um Ipê e ao correr dos dias
                       A                 E       AEA  A7
Ele foi crescendo e ganhando vida enquanto eu sofria
Refrão
            D                  A
Meu ipê florido junto a minha cela
             E            A       A7
Hoje tem altura de minha janela
            D                 A
Só uma diferença há entre nós agora
           E
Aqui dentro é noite não tem mais aurora
             D              E  A    (INTROD.)
Quanta claridade tem você lá fora
A                           E                   AEA
Vejo em teu tronco cipó parasita te abraçando forte
                                               E
Enquanto te abraça suga tua seiva te levando a morte
                                             D          
Assim foi comigo ela me abraçava depois me traia            
A            A              E              A     A7  
Por isso a matei e agora só tenho sua companhia  
      
Refrão

BACK | RELOAD | FORWARD