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O Tico-tico E O Chupim
Tom: C
 C                                         F 
Eu vou riscar seu nome da minha lista branca 
                     G7                         C 
Você não me foi franca, fez o nosso amor dar zebra 
                                        G7 
Você me enganou, feriu o peito desse homem 
                     F             G7         C 
Por isso que seu nome vai para minha lista negra. 
C                                   F 
Deus criou o homem para ser respeitado 
         G7                            C 
Não pra ser enganado pela pessoa querida 
                                   G7 
Por isso agora lhe peço que me esqueça 
        F          C         G7             c 
Por favor desapareça de uma vez  da minha vida. 
                      G7                    C 
O tico-tico faz seu ninho para sua doce amada 
                   F         G7           C 
O chupim fica olhando lá do alto da galhada 
                   G7                     C 
No ninho do tico-tico o chupim já vai botar 
   F                   C     G7            C 
Depois deixa os filhotes pro tico-tico criar. 
                       G7                       C 
Eu também fiz o meu ninho pra pessoa que eu amava 
                F       G7            C 
Logo veio o chupim invadiu minha morada 
                      G7                   C 
Mas eu não sou tico-tico, comigo não é assim 
   F            C             G7         C F   G7   C 
Por que não criar nenhum filhote de chupim. 
Kid Bocadura
Tom:G
Intro: G Am C G C D G
  (G D7) 
  "Olá moradores da cidade de Teta Caída,
  eu sou o terível Kid Bocadura,
  vim aqui para comer e beber,
  e ainda por cima vou agarrar todas as gatinhas daqui
  depois vou fazer xixi nessa porcaria de cidade, e vou me mandar huahauhuauha"
 G
  Ele era conhecido por nome de Bocadura,
                                               Am 
  mandou um montão de gente pro fundo da sepultura
                                      D7  
  brigava e matava com ele não tinha bom
                                       G 
  nesse dia na cidade ele só fez confusão
  derrubou a escolinha, que loucura foi aquela
                 G7                    C 
  pegou a professora e mordeu a bunda dela
                                                 G
  deu um tiro no prefeito que o coitado estrebuchou
                      D7                       G 
  lá dentro da lanchonete veja o que ele aprontou
   (G D7)
  "Me dá uma cachaça aí dona galinha"
  "Galinha não! Eu tenho nome e tenho marido, entendeu?"
  "Aé? E quem é seu marido?"
  "Eu sou o marido dela"
  "Só podia ser você, tem uma cara de corno..."
  "Corno não! Eu vou te matar!"
  (tiros...)
  "você era corno sim, só que agora é defunto corno, hauhauhau"
 G
  Nesse dia na cidade ele fez o que bem quis,
                                           Am
  teve gente que ficou sem um pedaço do nariz
                                               D7 
  o xerife foi chegando, disso eu nunca me esqueço
                                             G
  levou um tiro no saco e não deu nem pro começo
  agarrou uma enfermeira judiando da coitada
                     G7                        C
  lá na praça principal deixou a enfermeira pelada
                                              G
  arrastando sua espora ele entrou num restaurante
                    D7                     G
  parecendo um furacão ele falou em um instante
   (G D7)
  "O meu nome é Kid Bocadura, entendeu garçon?"
  "En-entendi sim senhor"
  "Me dá uma pinga dupla"
  "P-pois não, e qual é a dupla que o senhor gosta?"
  "Sendo sertaneja, qualquer uma"
  (tiros...)
  "Pronto seu chifrudo idiota. E você aí, quem é?"
  "Eu sou o Zé Lagartixa..."
  "Ah, você é bicha?
  (tiros...)
  "E a senhora, o que faz aqui?"
  "Oh seu Bocadura, eu tô procurando homem..."
  (tiros)
  "Vai para o inferno, lá tá cheio de macho. E você aí, o cara, quem é você?"
  "Eu sou o padre desta cidade..."
  "Ora, muito bem, você vai ser o primeiro padre que eu vou matar"
  "Se você quer me matar filho, vamos para dentro da igreja"
 G
  O povo entrou na igreja, para ver o que acontecia
                                               Am
  o padre pegou um Cristo que estava na sacristia
                                           D7
  o bandido com sua arma, no padre ele atirou
                                          G
  a bala pegou no Cristo e no bandido voltou
  o povo gritou milagre, foi isso que aconteceu
                     G7                 C
  ao sair fora da igreja o bocadura morreu
                                             G
  o padre falou pra todos enquanto bebia um gole
               D7                    G
  ele era Bocadura, hoje é Kid Bundamole
 (risos...)

 

Pedro Querosene
Tom:E
Intro: (E A E B7 E 2x)
              E        B7          E        
  Pedro Querosene era louco muito louco
              A                  E
  Vivia bagunçando lá na sua região
               A                     E
  Entrava a cavalo nos butecos da cidade
                     B7                  E
  Se alguém olhasse feio arranjava confusão
                            B7        E
  Num sábado bonito ele chegou no povoado
                     A                        E
  Bebeu feito um gambá, chamou as moças de boneca
                 A                       E
  Mas o pior de tudo ele estava quase pelado
                B7                        E
  Um óculos na cara, sem camisa e só de cueca
      E7        A
  Chegou o delegado mais bravo do que o capeta
                                     E
  Ao Pedro Querozene ele fez uma proposta
                                         B7
  Nós vamos beber junto até o dia amanhecer
     A           G#m        F#m       E
  Aquele que tombar vai perder essa aposta
      E7         A
  Chamaram o prefeito só para testemunhar
                                          E
  Chegou também o padre para ver toda verdade
                                      B7
  Aquele que perdesse pagava toda despesa
        A        G#m        F#m       E
  Ainda era obrigado sumir daquela cidade
  (tiros...)
 "Vamo lá delegado, frôxo, se eu num acabá com você hoje não me chamo Pedro Querosene, ô barbaridade!"
  (mais tiros...)
  (Intr...)
      E                          B7          E
  Os dois foram bebendo e dando tiros no telhado
                    A                       E
  Beberam todo o estoque que tinha naquele bar
                                     E
  Acabou a bebida mas o prefeito depressa
                B7                       E
  Pegou uma carroça foi buscar noutro lugar
                            B7          E
  As 5 horas em ponto o Pedro não aguentou
                  A                      E
  Já fez xixi na calça e saiu de quatro pé
                  A                  E
  Subiu no seu cavalo o povo presenciou
                       B7                   E
  Montou de cara pra trás e saiu de marcha ré
     E7         A
  O Pedro Querosene nunca mais voltou na vila
                                             E
  O povo ainda não sabe o que foi que aconteceu
                                          B7
  O Pedro bebeu tanto que perdeu aquela aposta
           A           G#m          F#m         E
  Ninguém sabe se ele vive ou se o homem já morreu
     E7            A
  Depois fiquei sabendo que aquele delegado
                                         E
  Combinou com o vendero uma trama engraçada
                                            B7
  Enquanto o Pedro bebeu um garrafão de cachaça
       A        G#m         F#m        E     E
  O delegado bebeu um garrafão de limonada!

 

Meu Carango
Tom:A
Intro:A A7 D Dm A E7 A
  - Saida frente sua lata velha, 
  - Se não, me passa por cima?
  - Pois eu passo mesmo e lá vou eu!
  - O seu cretino vc amassou todo meu carro vai ter que pagar
  - Pagar coisa nenhuma e pedi caminho vc não quiz dar, 
    agora se lasque!
 A                                   A-G#-A 
  Todos me chamam de maluco só porque, 
  
  vivo correndo,
                     E7
  quase sempre apavorado,
  
  no meu carango corro a 200 por hora, 
                                         A
  para esqueçer que amo alguem sem ser amado,
  
  a maquina compreende minha magoa,
              A7                   D
  sempre que piso forte no acelerador,
          Dm         E7          A 
  voa baixinho para me ver sorridente,
            E7                      A 
  ela compreende toda minha grande dor...
  
  - o seu miseravel, vc bateu em mim novamente...
  - não quero nem saber ha ha ha haaaaaa
  (A-G#-A)
             A
  O que que vale meu dinheiro e minha fama,
                                          E7
  se eu gosto muito de quem não gosta de mim,
  
  meu carro é grande mas ando sempre sozinho,
                                    A
  por isso corro corro mesmo até o fim, 
  
  ninguem tem pena pena pena do meu pranto...
             A7                       D
  por que será que vivo sempre abandonado,
              Dm           E7
  já que meu bem me desprezou,
           A               E7                   A
  sigo correndo, no meu carango do motor envenenado
  - ihhh lavem uma jamanta, vou me estrumbincar
  - xiiii me estrumbiquei!.
  *Solo da introdução:
      A             D         E7                       A
  e|------------------------------------------------------------
  B|---14-14-13-14---7-7-6-7---12-12-11-12-11-12----------------
  G|---14-14-13-14---7-7-6-7---9--9--8--9--8--9-----------------
  D|--14-14-13-14---7-7-6-7---9--9--8--9--8--9-----2/7---------
  A|-----------------------------------------------2/7---------
  E|------------------------------------------------------------

 

O Valentão
Tom:F
Intro:(F Dm C7 F 2X)
 F
  Fui dançar numa fazenda
  
  Era festa de São João
  
  Bem longe, muito longe
                        C7
  Lá no fundo de um grotão
  
  No meio da barraca tinha um fraco lampião
                                                F
  Tocando a oito baixo tinha um baita de um negrão
  
  A turma sapatiava
  
  Levanta poeirão
                 F7                  Bb
  De repente chegou um sujeito valentão
                                  C7            F
  Entrou lá na barraca arrastando a espora no chão
              C7                    F
  Já pegou no 38 e foi aquele barulhão
  (tiros...)
  O valentão:
  Não assuste não tigrada
  Eu sou amigo de todo mundo
  Gaiteiro...continue tocando tchê
  (introdução 1 vez...)
  Pare, pare!
  Quem foi o atrevido que deu tiros aqui na minha festa?
  O valentão:
  O que é que há Indio Velho?
  Foi eu que atirei
  Não, não não...é só pra saber
  O valentão:
  Então gaiteiro..continue tocando diabo
  (introdução 1 vez...)
 F 
  Quando deu a meia-noite foi aquela confusão
                                         C7
  O pau quebrou direito era feia a situação
  
  O valente pegou seu cavalo alazão
                                           F
  Amarrou lá na barraca derrubou tudo no chão
  
  Foi tão grande a gritaria no meio da escuridão
                   F7                   Bb
  Alguém já fez o fogo para fazer o clarão
                             C7         F
  Acharam o sanfoneiro lá debaixo do porão
                     C7                 F
  E começou tudo de novo na maior animação
  O valentão:
  Gaiteiro..continue tocando se não eu te rodeio umbigo de bala
  (introdução 1 vez...)
 F
  Foi uma festa tão boa que não esqueço mais não
                                          C7
  Me lembro com saudade daquele bailinho bom
  O povo era bacana tinha uma fina educação
                                      F 
  O sujeito valente tinha um bom coração
  O sol vinha surgindo lá no alto do espigão
                 F7                     Bb 
  A festa continuava era grande a diversão
                         C7        F
  O valente bebeu ficou meio boratião
                     C7                       F
  Mesmo assim ele falava com seu revórver na mão
  O valentão:
  Gaiteiro..toque mais uma se não tu deita na fumaça!
Delegado Jaracuçu
Tom:E
Intro:  
            E7                                 A                       
e|-----12-11-10-10-10-10-10-10-10-10--12-11-10--9-9-9-9-9-9-9-9-9-12-9-----
B|--12---------------------------------------------------------------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
   Am                      E                       F#                  
e|--8-8-8-8-8-8-8-12-8-12-8-7-7-7-7-7-7-7-7--7-7-8--9-9-9-9-9-9-9-9-9-9----
B|-------------------------------------------------------------------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
   B                             B7                                E  
e|--14-14-14-14-14-14-16-14-16-14-11-11-11-11-11-11-11-11-------11-12-(12)-
B|-------------------------------------------------------12-14-------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
       E                
 No lugar muito distante
         A                
 Nos confins de meu sertão
      E                 
 Moravam dois fazendeiros
          B7             
 Mais bravos que um leão
          A             
 Os dois bebiam cachaça
        B7         E
 Dia e noite no tonel
                    
 Era urutu cruzeiro
         B7          E     
 O outro era o cascavel
 -"ô urutu, hoje eu acabo com você seu vagabundo!
 - acaba não cascavel!
 - acabo sim pode pedir bença pro seu pai porque agora você vai morrer!!
 - oxente meu pai não ta em casa!
 - aonde ele foi?
 - ele fugiu com tua mãe!! ah ah ah!!!"
        E
  Eles vivam brigando
        A
  Todo dia, toda hora
      E
  Acabando a munição
               B7
  Os dois briguento ia embora
     A
  No outro dia cedo
        B7         E 
  Eles tornavam a vir
                
  No armazém do seu joaquim
       B7           E
  Começavam a discutir
  
  "- cascavel, paga uma cachaça pra eu?
  -eu não pago cachaça pra ladrão de égua!!!
  - ladrão de égua é tu seu fedorento!!! cascavel cade você?
  -eu to aqui atrás do balcão!
  - então levanta pra engolir uma azeitona!!!
  -eu não gosto de azeitona!!!
  - uai, e tu gosta de que?
  -eu gosto mesmo é de tua mulher!!!
  - o seu inseto fedido!! lá vai fogo!!!"
         E
  Certo dia o delegado
        A
  Resolveu entrar em ação
          E
  Chamou logo os dois valente
         B7 
  E foi dando explicação
           A
  Pegue as armas carregadas
          B7           E
  Vão pro alto do espigão
   
  Se vocês não se matarem
         B7          E
  Eu os levo pra prisão
  
  "delegado era valente, destemido pra chuchu!
  Todo mundo o chamava de cobra jaracuçu!
  Já falou pros moradores, vou acabar com esse angu!
  Vamos ouvir o tiroteio do cascavel e do urutu!
  
  - pois é senhor cascavel! aqui estamos eu e o senhor 
  no meio das ventania e dos lobo uivando!
  Dessa vez você não escapa, eu vou lhe matar sua lombriga assustada!!!
  -tu ta muito enganado urutu!! eu não como nada enrolado não!! 
  pode atirar sua minhoca disfarçada!"
            E
  No outro dia de manhã
         A
  O sol nasceu mais bonito
         E
  Trazendo paz no arraial
          B7
  Para aquele povo aflito
        A
  Cascavel e urutu
            B7           E
  Estavam cheios de mosquito
                 
  Os dois furado de bala
            B7        E   E  
  Igual tábua de pirulito 
Apartamento 37
Tom: F
F            
Briguei com ela só pra ver ela chorando  
                                   C7 
Por que sabia que ela gostava de mim 
 
Queria apenas ver seu pranto derramando 
                                         F 
Jamais pensei que aquela briga fosse o fim  
 
Ela foi embora sem dizer pra onde ia  
              F7                Bb 
Eu fiquei triste, sozinho a chorar  
           C7                    F 
O sol desceu e a lua veio novamente  
          C7                            F 
Eu esperei, mas o meu bem não quis voltar. 
 
F7                  Bb                          
Segui seu rasto na areia da estrada  
           C7                         F 
Na esperança de encontrar o meu benzinho  
                                   C7 
Mas de repente veio a chuva e apagou  
                                  F 
Lá na estrada o sinal do seu pezinho  
F7              Bb                  
Fiquei tão triste sem saber o que fazia  
             C7                      F 
Pus um anúncio num Jornal dizendo assim: 
                                      C7 
Se alguém achar meu amorzinho tenha pena, 
                                     F 
Faça o favor  de devolver ela  para mim  
 
Bb                     
Meu endereço vou deixar esclarecido,  
                C7                   F 
Por que talvez alguém a possa encontrar  
                                   C7 
Moro na rua da amargura vinte e cinco  
                                     F 
Apartamento trinta e sete, quinto andar.
O último julgamento
Tom: D
Intro: D A Bm F#m G D G F#m Em D 
 
D                                              A 
Senta aqui neste banco, pertinho de mim, vamos conversar 
                                                     D 
Será que você tem coragem, de olhar nos meus olhos e me encarar 
                 A             G            A                
Agora chegou sua hora, chegou sua vez você vai pagar 
                  G               A            D 
Eu sou a própria verdade, chegou o momento eu vou te julgar 
                                               A 
Pedi pra você não matar, nem para roubar, roubou e matou 
                                                   D 
Pedi pra você agasalhar a quem tinha frio você não agasalhou 
                 A             G             A 
Pedi para não levantar, falso testemunho você levantou 
  G               D              A           D 
A vida de muitos coitados, você destruiu, você arrazou 
 
Vocalização: D A Bm F#m G D G F#m Em D 
 
D                                                    A     
Meu Pai te deu inteligência, para salvar vidas, você não salvou 
                                                D 
Em vez de curar os enfermos, armas nucleares você fabricou 
              A               G                 A 
Usando sua capacidade, você destruiu, você se condenou 
                G                 A               D                   
A sua ganância foi tanta, que a você mesmo você exterminou 
                                                   A 
O avião que você inventou, foi para levar, a paz e a esperança 
                                                     D 
Não pra matar seu irmão, nem para jogar bombas nas minhas crianças 
                       A              G                  A                   
Foi você que causou essa guerra, destruiu a terra dos seus ancestrais 
   G             D            A          D 
Você é chamado de homem, mas é o pior dos animais 
       A             D                 A                D 
Agora esta acabado pra sempre, vou ver se você é culpado, ou inocente 
          G                D                  A              D 
Você é um monstro covarde e profano, é um grão de areia frente ao oceano 
             A                  D                  A                     D 
Seu ouro falou alto, você tudo comprou, pisou nos mandamentos, que a Lei Santa ensinou 
              G                 D                 A             D    G D 
A mim você não compra com o dinheiro seu, eu sou Jesus Cristo,  filho de Deus.
Meu Velho Pai
Tom: A
Intro: E7 A D A E7 A 
 
A                                                   
Meu velho pai preste atenção no que lhe digo  
                                                 E7 
Meu pobre papai querido enxugue as lágrimas do rosto 
  
Por que papai você chora tão sozinho  
                                              A 
Me conta meu papaizinho o que lhe causa desgosto  
 
Estou notando que você está cansado  
                     A7                            D 
Meu pobre velho adorado  é seu filho que está falando  
           E7                       A 
Quero saber qual a tristeza que existe  
         F#7           Bm         E7               A 
Não quero ver você triste por que é que está chorando. 
 
A                                                       
Quando lhe vejo tão tristonho desse jeito  
                                             E7 
Sinto estremecer meu peito ao pulsar meu coração  
 
Meu pobre pai você sofreu pra me criar  
                                            A 
Agora eu vou lhe cuidar esta é minha obrigação. 
 
Não tenha medo meu velhinho adorado  
                       A7                      D 
Estarei sempre a seu lado não lhe deixarei jamais  
              E7                       A 
Eu sou o sangue do teu sangue papaizinho  
       F#7              Bm            E7        A 
Não vou lhe deixar sozinho, não tenha medo meu pai. 
 
A      
Você sofreu quando eu era ainda criança  
                                             E7 
A sua grande esperança era me ver homem formado  
 
Eu fiquei grande estou seguindo seu caminho  
                                              A 
E você ficou velhinho mas estou sempre a teu lado. 
 
Meu pobre pai seus passos longos silenciaram  
                     A7                       D 
Seus cabelos branquearam, seu olhar se escureceu,  
         E7                        A 
A sua voz quase que nem se ouve mais  
       F#7          Bm            E7          A 
Não tenha medo meu pai quem cuida de você sou eu. 
 
            E7                      A  
Meu papaizinho não precisa mais chorar , 
                      E7         D            A     E7  
Saiba que não vou deixar você sozinho abandonado,
              D             E7              A 
Eu sou seu guia, sou seu tempo sou seus passos  
         F#7               Bm           E7            A  
Sou sua luz e sou seus braços, sou seu filho idolatrado.
A Gaivota
Tom: E
Intro: E B7 E 
 
E  
Levantei-me um dia bem cedo 
                             B7 
Pra ver lá praia minha namorada  
Eu cheguei quando o sol já nascia  
                                  E 
Só vi seu rastinho na areia  molhada  
Avistei uma carta escrita  
           E7                   A 
Jogada na areia  que ela me deixou 
                         E  
Quando fui apanha-la pra ler  
            B7               E   B7 
A onda do mar a  carta agarrou
 
        E
Eu   pulei sobre as ondas furioso  
                                    B7 
Prá  pegar a  carta   que a onda levou 
                                          
De repente veio uma gaivota  
                               E 
Voando baixinho  e a carta agarrou 
                                       
Eu voltei na praia  para ver  
                   E7                 A 
O sinal dos seus pés  que na areia ficou 
                             E  
Eu chorei quando  vi que a onda  
                B7               E 
Ao bater na areia seu rastro apagou 
 
        A 
Todos os dias eu volto a praia 
               B7               E  E7 
Pra ver se meu bem espera por mim 
A 
Porém só vejo a malvada Gaivota 
           B7                E 
Voando baixinho cantando assim.....

 

Jack o Matador
Tom: F
(cavalgada)(disparos)(jack descendo do cavalo)
-Pessoal vamos embora, o Jack vem vindo aí!
(Ohh, Ohh, Nossa Senhora)
-Ha Ha Ha. Nada disso, niguém vai sair daqui. Aquele que sair vai engolir chumbo!
Garçom, trás cachaça pra todo mundo aí!
(É pra já, é pra já) (copos se batendo, cachaça no copo)
-Aee, é pra enche a cara heim! Uai moço você não bebeu porque?
-Porque ninguém manda em mim!
(Disparos)
-Não bebeu mas morreu! Ha Ha Ha
F
Em uma cidade lá longe bem distante
                      C
aonde a bala fazia a lei
Morava um bandido bastante afamado
                F 
já tinha matado 43.
             
Seu nome era Jack, esperto e violento,
           F7               Bb
era o conhecido como O Matador,
                            F
Brigava e batia no meio da rua, 
             C                  F
o povo já corria ele era um terror.
            Bb         
Um dia a tardinha, naquele povoado,
                              F
o Jack armado entrou no, botequim,
            F7              Bb      
chegou arrastando a sua espora  
            C                 F
e a todos dali foi dizendo assim.
-Ha Ha Ha Ha. Atenção! Eu sou o Jack Matador. Todo mundo aqui vai dançar,
 aquele que não dançar vai engolir chumbo! Gaitero, toca no negócio aí!
(Gaita)
-Ae! Bonito! Uai moço, você não dançou porque?
-Porque ninguém manda em mim!
(Disparo)
-Não dançou, mas morreu!
F
Porém certo dia naquele povoado 
                                  C
chegou mais um homem também valentão, 
                                                    
seu nome era Kid, veloz como um gato,
                              F
matava pra ver o defunto no chão. 
Mandou um recado urgente pro Jack, 
              F7                   Bb
estou lhe esperando lá dentro do salão, 
                           F
eu quero acertar uma conta antiga, 
              C                 F
eu vim de tão longe por essa razão. 
             Bb
No bar da esquina o Jack foi entrando 
                              F
já foi avistando o Kid no balcão, 
            F7               Bb
chegou prevenido cabeça bem alta 
              C                 F
disposto a matar foi dizendo então:
-Olá Kid mandou me chamar eh?
-Mandei sim Jack, eu quero acertar aquela continha velha hoje.
-É pra já Kid, pucha o revólver!
(2 Disparos)
F
Dois tiros se ouviram por entre a fumaça, 
                                 C
dois corpos caídos no chão estirados,
       
chegou o xerife tremendo de medo 
                                      F
ao ver que os dois homens tinham se matado.
Puxado a carroça, na mesma tardinha 
            F7                   Bb
foi pro cemitério os dois num caixão,
                             F
a banda tocava de tanta alegria 
             C                    F
no fim da encrenca dos dois valentões
O Homem da Cruz 
Tom: E

 E               B7          E          B7         A               E
Ainda é tempo de você se arrepender e implorar ao santo mestre a salvação
 B7                  A                       E                      B7        E
Pois mais errado que você foi até agora, meu irmão chegou a hora de pedir perdão
               B7                E           B7                A          E
Você é livre faça aquilo que quiser, não se esquecendo daquele homem da cruz
 B7                   A                       E                 B7                  E
Aqui na terra suas contas você acerta, mas depois ainda resta acertar as contas com Jesus
  B7                 A
Jesus Cristo, mestre amigo
E             B7          E
Jesus Cristo fonte pura de amor
B7          A
Jesus Cristo, luz divina 
 E         B7            E
Rei dos reis supremo salvador
B7               E             B7           A                 E
Quando as trombetas soarem no infinito, você então não vai poder voltar atrás
   B7                      A                           E       B7            E
Os seus pecados já foram para balança não há mais esperança porque é tarde demais

  B7            A
Jesus Cristo, mestre amigo
E               B7          E
Jesus Cristo fonte pura de amor
B7              A
Jesus Cristo, luz divina 
 E            B7            E
Rei dos reis supremo salvador
Pago Pra Ver
Tom: D
Intro: D
 D           G
Eu pago pra ver
                                      D
tá na cara que você ainda não me esqueceu
                                    E
quero ouvir da sua boca você dizer Adeus
   A    D   G
Eu pago pra ver                                  REF
                                             D
sei que ainda está sentindo alguma coisa por mim
                                          E
pode crer a nossa história sempre acabas assim
      G      A    D
com você perto de mim
   A        D
Eu pago pra ver
      A/C#                  Bm
outro homem te amar com te amei
      Bm/A                   G
outra boca te beijar como beijei
D/F#     Em
pago pra ver
   A        D
eu pago pra ver
  D?F#                        Bm
você ficar com outro em meu lugar
Bm/A                        G    D/F#
mesmo assim não vai me esquecer
   Em             A               D
lembrando do meu jeito eu sei que vai chorar
Refrão - Solo
Eu pago pra ver
você ficar...
Refrão 2x
Enviada por Alessandra Bastos e Silva Moraes

 

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