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O Tico-tico E O Chupim Tom: C
C F
Eu vou riscar seu nome da minha lista branca
G7 C
Você não me foi franca, fez o nosso amor dar zebra
G7
Você me enganou, feriu o peito desse homem
F G7 C
Por isso que seu nome vai para minha lista negra.
C F
Deus criou o homem para ser respeitado
G7 C
Não pra ser enganado pela pessoa querida
G7
Por isso agora lhe peço que me esqueça
F C G7 c
Por favor desapareça de uma vez da minha vida.
G7 C
O tico-tico faz seu ninho para sua doce amada
F G7 C
O chupim fica olhando lá do alto da galhada
G7 C
No ninho do tico-tico o chupim já vai botar
F C G7 C
Depois deixa os filhotes pro tico-tico criar.
G7 C
Eu também fiz o meu ninho pra pessoa que eu amava
F G7 C
Logo veio o chupim invadiu minha morada
G7 C
Mas eu não sou tico-tico, comigo não é assim
F C G7 C F G7 C
Por que não criar nenhum filhote de chupim.
Kid Bocadura Tom:G Intro: G Am C G C D G
(G D7)
"Olá moradores da cidade de Teta Caída,
eu sou o terível Kid Bocadura,
vim aqui para comer e beber,
e ainda por cima vou agarrar todas as gatinhas daqui
depois vou fazer xixi nessa porcaria de cidade, e vou me mandar huahauhuauha"
G
Ele era conhecido por nome de Bocadura,
Am
mandou um montão de gente pro fundo da sepultura
D7
brigava e matava com ele não tinha bom
G
nesse dia na cidade ele só fez confusão
derrubou a escolinha, que loucura foi aquela
G7 C
pegou a professora e mordeu a bunda dela
G
deu um tiro no prefeito que o coitado estrebuchou
D7 G
lá dentro da lanchonete veja o que ele aprontou
(G D7)
"Me dá uma cachaça aí dona galinha"
"Galinha não! Eu tenho nome e tenho marido, entendeu?"
"Aé? E quem é seu marido?"
"Eu sou o marido dela"
"Só podia ser você, tem uma cara de corno..."
"Corno não! Eu vou te matar!"
(tiros...)
"você era corno sim, só que agora é defunto corno, hauhauhau"
G
Nesse dia na cidade ele fez o que bem quis,
Am
teve gente que ficou sem um pedaço do nariz
D7
o xerife foi chegando, disso eu nunca me esqueço
G
levou um tiro no saco e não deu nem pro começo
agarrou uma enfermeira judiando da coitada
G7 C
lá na praça principal deixou a enfermeira pelada
G
arrastando sua espora ele entrou num restaurante
D7 G
parecendo um furacão ele falou em um instante
(G D7)
"O meu nome é Kid Bocadura, entendeu garçon?"
"En-entendi sim senhor"
"Me dá uma pinga dupla"
"P-pois não, e qual é a dupla que o senhor gosta?"
"Sendo sertaneja, qualquer uma"
(tiros...)
"Pronto seu chifrudo idiota. E você aí, quem é?"
"Eu sou o Zé Lagartixa..."
"Ah, você é bicha?
(tiros...)
"E a senhora, o que faz aqui?"
"Oh seu Bocadura, eu tô procurando homem..."
(tiros)
"Vai para o inferno, lá tá cheio de macho. E você aí, o cara, quem é você?"
"Eu sou o padre desta cidade..."
"Ora, muito bem, você vai ser o primeiro padre que eu vou matar"
"Se você quer me matar filho, vamos para dentro da igreja"
G
O povo entrou na igreja, para ver o que acontecia
Am
o padre pegou um Cristo que estava na sacristia
D7
o bandido com sua arma, no padre ele atirou
G
a bala pegou no Cristo e no bandido voltou
o povo gritou milagre, foi isso que aconteceu
G7 C
ao sair fora da igreja o bocadura morreu
G
o padre falou pra todos enquanto bebia um gole
D7 G
ele era Bocadura, hoje é Kid Bundamole
(risos...)
Pedro Querosene Tom:E Intro: (E A E B7 E 2x)
E B7 E
Pedro Querosene era louco muito louco
A E
Vivia bagunçando lá na sua região
A E
Entrava a cavalo nos butecos da cidade
B7 E
Se alguém olhasse feio arranjava confusão
B7 E
Num sábado bonito ele chegou no povoado
A E
Bebeu feito um gambá, chamou as moças de boneca
A E
Mas o pior de tudo ele estava quase pelado
B7 E
Um óculos na cara, sem camisa e só de cueca
E7 A
Chegou o delegado mais bravo do que o capeta
E
Ao Pedro Querozene ele fez uma proposta
B7
Nós vamos beber junto até o dia amanhecer
A G#m F#m E
Aquele que tombar vai perder essa aposta
E7 A
Chamaram o prefeito só para testemunhar
E
Chegou também o padre para ver toda verdade
B7
Aquele que perdesse pagava toda despesa
A G#m F#m E
Ainda era obrigado sumir daquela cidade
(tiros...)
"Vamo lá delegado, frôxo, se eu num acabá com você hoje não me chamo Pedro Querosene, ô barbaridade!"
(mais tiros...)
(Intr...)
E B7 E
Os dois foram bebendo e dando tiros no telhado
A E
Beberam todo o estoque que tinha naquele bar
E
Acabou a bebida mas o prefeito depressa
B7 E
Pegou uma carroça foi buscar noutro lugar
B7 E
As 5 horas em ponto o Pedro não aguentou
A E
Já fez xixi na calça e saiu de quatro pé
A E
Subiu no seu cavalo o povo presenciou
B7 E
Montou de cara pra trás e saiu de marcha ré
E7 A
O Pedro Querosene nunca mais voltou na vila
E
O povo ainda não sabe o que foi que aconteceu
B7
O Pedro bebeu tanto que perdeu aquela aposta
A G#m F#m E
Ninguém sabe se ele vive ou se o homem já morreu
E7 A
Depois fiquei sabendo que aquele delegado
E
Combinou com o vendero uma trama engraçada
B7
Enquanto o Pedro bebeu um garrafão de cachaça
A G#m F#m E E
O delegado bebeu um garrafão de limonada!
Meu Carango Tom:A Intro:A A7 D Dm A E7 A
- Saida frente sua lata velha,
- Se não, me passa por cima?
- Pois eu passo mesmo e lá vou eu!
- O seu cretino vc amassou todo meu carro vai ter que pagar
- Pagar coisa nenhuma e pedi caminho vc não quiz dar,
agora se lasque!
A A-G#-A
Todos me chamam de maluco só porque,
vivo correndo,
E7
quase sempre apavorado,
no meu carango corro a 200 por hora,
A
para esqueçer que amo alguem sem ser amado,
a maquina compreende minha magoa,
A7 D
sempre que piso forte no acelerador,
Dm E7 A
voa baixinho para me ver sorridente,
E7 A
ela compreende toda minha grande dor...
- o seu miseravel, vc bateu em mim novamente...
- não quero nem saber ha ha ha haaaaaa
(A-G#-A)
A
O que que vale meu dinheiro e minha fama,
E7
se eu gosto muito de quem não gosta de mim,
meu carro é grande mas ando sempre sozinho,
A
por isso corro corro mesmo até o fim,
ninguem tem pena pena pena do meu pranto...
A7 D
por que será que vivo sempre abandonado,
Dm E7
já que meu bem me desprezou,
A E7 A
sigo correndo, no meu carango do motor envenenado
- ihhh lavem uma jamanta, vou me estrumbincar - xiiii me estrumbiquei!.
*Solo da introdução:
A D E7 A
e|------------------------------------------------------------
B|---14-14-13-14---7-7-6-7---12-12-11-12-11-12----------------
G|---14-14-13-14---7-7-6-7---9--9--8--9--8--9-----------------
D|--14-14-13-14---7-7-6-7---9--9--8--9--8--9-----2/7---------
A|-----------------------------------------------2/7---------
E|------------------------------------------------------------
O Valentão Tom:F Intro:(F Dm C7 F 2X)
F Fui dançar numa fazenda
Era festa de São João
Bem longe, muito longe
C7
Lá no fundo de um grotão
No meio da barraca tinha um fraco lampião
F
Tocando a oito baixo tinha um baita de um negrão
A turma sapatiava
Levanta poeirão
F7 Bb
De repente chegou um sujeito valentão
C7 F
Entrou lá na barraca arrastando a espora no chão
C7 F
Já pegou no 38 e foi aquele barulhão
(tiros...)
O valentão:
Não assuste não tigrada
Eu sou amigo de todo mundo
Gaiteiro...continue tocando tchê
(introdução 1 vez...)
Pare, pare!
Quem foi o atrevido que deu tiros aqui na minha festa?
O valentão:
O que é que há Indio Velho?
Foi eu que atirei
Não, não não...é só pra saber
O valentão:
Então gaiteiro..continue tocando diabo
(introdução 1 vez...)
F
Quando deu a meia-noite foi aquela confusão
C7
O pau quebrou direito era feia a situação
O valente pegou seu cavalo alazão
F
Amarrou lá na barraca derrubou tudo no chão
Foi tão grande a gritaria no meio da escuridão
F7 Bb
Alguém já fez o fogo para fazer o clarão
C7 F
Acharam o sanfoneiro lá debaixo do porão
C7 F
E começou tudo de novo na maior animação
O valentão:
Gaiteiro..continue tocando se não eu te rodeio umbigo de bala
(introdução 1 vez...)
F
Foi uma festa tão boa que não esqueço mais não
C7
Me lembro com saudade daquele bailinho bom
O povo era bacana tinha uma fina educação
F
O sujeito valente tinha um bom coração
O sol vinha surgindo lá no alto do espigão
F7 Bb
A festa continuava era grande a diversão
C7 F
O valente bebeu ficou meio boratião
C7 F
Mesmo assim ele falava com seu revórver na mão
O valentão: Gaiteiro..toque mais uma se não tu deita na fumaça!
Delegado Jaracuçu
Tom:E
Intro:
E7 A
e|-----12-11-10-10-10-10-10-10-10-10--12-11-10--9-9-9-9-9-9-9-9-9-12-9-----
B|--12---------------------------------------------------------------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
Am E F#
e|--8-8-8-8-8-8-8-12-8-12-8-7-7-7-7-7-7-7-7--7-7-8--9-9-9-9-9-9-9-9-9-9----
B|-------------------------------------------------------------------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
B B7 E
e|--14-14-14-14-14-14-16-14-16-14-11-11-11-11-11-11-11-11-------11-12-(12)-
B|-------------------------------------------------------12-14-------------
G|-------------------------------------------------------------------------
D|-------------------------------------------------------------------------
E
No lugar muito distante
A
Nos confins de meu sertão
E
Moravam dois fazendeiros
B7
Mais bravos que um leão
A
Os dois bebiam cachaça
B7 E
Dia e noite no tonel
Era urutu cruzeiro
B7 E
O outro era o cascavel
-"ô urutu, hoje eu acabo com você seu vagabundo!
- acaba não cascavel!
- acabo sim pode pedir bença pro seu pai porque agora você vai morrer!!
- oxente meu pai não ta em casa!
- aonde ele foi?
- ele fugiu com tua mãe!! ah ah ah!!!"
E
Eles vivam brigando
A
Todo dia, toda hora
E
Acabando a munição
B7
Os dois briguento ia embora
A
No outro dia cedo
B7 E
Eles tornavam a vir
No armazém do seu joaquim
B7 E
Começavam a discutir
"- cascavel, paga uma cachaça pra eu?
-eu não pago cachaça pra ladrão de égua!!!
- ladrão de égua é tu seu fedorento!!! cascavel cade você?
-eu to aqui atrás do balcão!
- então levanta pra engolir uma azeitona!!!
-eu não gosto de azeitona!!!
- uai, e tu gosta de que?
-eu gosto mesmo é de tua mulher!!!
- o seu inseto fedido!! lá vai fogo!!!"
E
Certo dia o delegado
A
Resolveu entrar em ação
E
Chamou logo os dois valente
B7
E foi dando explicação
A
Pegue as armas carregadas
B7 E
Vão pro alto do espigão
Se vocês não se matarem
B7 E
Eu os levo pra prisão
"delegado era valente, destemido pra chuchu! Todo mundo o chamava de cobra jaracuçu! Já falou pros moradores, vou acabar com esse angu! Vamos ouvir o tiroteio do cascavel e do urutu!
- pois é senhor cascavel! aqui estamos eu e o senhor no meio das ventania e dos lobo uivando! Dessa vez você não escapa, eu vou lhe matar sua lombriga assustada!!! -tu ta muito enganado urutu!! eu não como nada enrolado não!! pode atirar sua minhoca disfarçada!"
E
No outro dia de manhã
A
O sol nasceu mais bonito
E
Trazendo paz no arraial
B7
Para aquele povo aflito
A
Cascavel e urutu
B7 E
Estavam cheios de mosquito
Os dois furado de bala
B7 E E
Igual tábua de pirulito
Apartamento 37 Tom: F
F
Briguei com ela só pra ver ela chorando
C7
Por que sabia que ela gostava de mim
Queria apenas ver seu pranto derramando
F
Jamais pensei que aquela briga fosse o fim
Ela foi embora sem dizer pra onde ia
F7 Bb
Eu fiquei triste, sozinho a chorar
C7 F
O sol desceu e a lua veio novamente
C7 F
Eu esperei, mas o meu bem não quis voltar.
F7 Bb
Segui seu rasto na areia da estrada
C7 F
Na esperança de encontrar o meu benzinho
C7
Mas de repente veio a chuva e apagou
F
Lá na estrada o sinal do seu pezinho
F7 Bb
Fiquei tão triste sem saber o que fazia
C7 F
Pus um anúncio num Jornal dizendo assim:
C7
Se alguém achar meu amorzinho tenha pena,
F
Faça o favor de devolver ela para mim
Bb
Meu endereço vou deixar esclarecido,
C7 F
Por que talvez alguém a possa encontrar
C7
Moro na rua da amargura vinte e cinco
F
Apartamento trinta e sete, quinto andar.
O último julgamento Tom: D Intro: D A Bm F#m G D G F#m Em D
D A
Senta aqui neste banco, pertinho de mim, vamos conversar
D
Será que você tem coragem, de olhar nos meus olhos e me encarar
A G A
Agora chegou sua hora, chegou sua vez você vai pagar
G A D
Eu sou a própria verdade, chegou o momento eu vou te julgar
A
Pedi pra você não matar, nem para roubar, roubou e matou
D
Pedi pra você agasalhar a quem tinha frio você não agasalhou
A G A
Pedi para não levantar, falso testemunho você levantou
G D A D
A vida de muitos coitados, você destruiu, você arrazou
Vocalização: D A Bm F#m G D G F#m Em D
D A
Meu Pai te deu inteligência, para salvar vidas, você não salvou
D
Em vez de curar os enfermos, armas nucleares você fabricou
A G A
Usando sua capacidade, você destruiu, você se condenou
G A D
A sua ganância foi tanta, que a você mesmo você exterminou
A
O avião que você inventou, foi para levar, a paz e a esperança
D
Não pra matar seu irmão, nem para jogar bombas nas minhas crianças
A G A
Foi você que causou essa guerra, destruiu a terra dos seus ancestrais
G D A D
Você é chamado de homem, mas é o pior dos animais
A D A D
Agora esta acabado pra sempre, vou ver se você é culpado, ou inocente
G D A D
Você é um monstro covarde e profano, é um grão de areia frente ao oceano
A D A D
Seu ouro falou alto, você tudo comprou, pisou nos mandamentos, que a Lei Santa ensinou
G D A D G D
A mim você não compra com o dinheiro seu, eu sou Jesus Cristo, filho de Deus.
Meu Velho Pai Tom: A Intro: E7 A D A E7 A
A
Meu velho pai preste atenção no que lhe digo
E7
Meu pobre papai querido enxugue as lágrimas do rosto
Por que papai você chora tão sozinho
A
Me conta meu papaizinho o que lhe causa desgosto
Estou notando que você está cansado
A7 D
Meu pobre velho adorado é seu filho que está falando
E7 A
Quero saber qual a tristeza que existe
F#7 Bm E7 A
Não quero ver você triste por que é que está chorando.
A
Quando lhe vejo tão tristonho desse jeito
E7
Sinto estremecer meu peito ao pulsar meu coração
Meu pobre pai você sofreu pra me criar
A
Agora eu vou lhe cuidar esta é minha obrigação.
Não tenha medo meu velhinho adorado
A7 D
Estarei sempre a seu lado não lhe deixarei jamais
E7 A
Eu sou o sangue do teu sangue papaizinho
F#7 Bm E7 A
Não vou lhe deixar sozinho, não tenha medo meu pai.
A
Você sofreu quando eu era ainda criança
E7
A sua grande esperança era me ver homem formado
Eu fiquei grande estou seguindo seu caminho
A
E você ficou velhinho mas estou sempre a teu lado.
Meu pobre pai seus passos longos silenciaram
A7 D
Seus cabelos branquearam, seu olhar se escureceu,
E7 A
A sua voz quase que nem se ouve mais
F#7 Bm E7 A
Não tenha medo meu pai quem cuida de você sou eu.
E7 A
Meu papaizinho não precisa mais chorar ,
E7 D A E7
Saiba que não vou deixar você sozinho abandonado,
D E7 A
Eu sou seu guia, sou seu tempo sou seus passos
F#7 Bm E7 A
Sou sua luz e sou seus braços, sou seu filho idolatrado.
A Gaivota Tom: E Intro: E B7 E
E
Levantei-me um dia bem cedo
B7
Pra ver lá praia minha namorada
Eu cheguei quando o sol já nascia
E
Só vi seu rastinho na areia molhada
Avistei uma carta escrita
E7 A
Jogada na areia que ela me deixou
E
Quando fui apanha-la pra ler
B7 E B7
A onda do mar a carta agarrou
E
Eu pulei sobre as ondas furioso
B7
Prá pegar a carta que a onda levou
De repente veio uma gaivota
E
Voando baixinho e a carta agarrou
Eu voltei na praia para ver
E7 A
O sinal dos seus pés que na areia ficou
E
Eu chorei quando vi que a onda
B7 E
Ao bater na areia seu rastro apagou
A
Todos os dias eu volto a praia
B7 E E7
Pra ver se meu bem espera por mim
A
Porém só vejo a malvada Gaivota
B7 E
Voando baixinho cantando assim.....
Jack o Matador Tom: F
(cavalgada)(disparos)(jack descendo do cavalo)
-Pessoal vamos embora, o Jack vem vindo aí! (Ohh, Ohh, Nossa Senhora) -Ha Ha Ha. Nada disso, niguém vai sair daqui. Aquele que sair vai engolir chumbo! Garçom, trás cachaça pra todo mundo aí!
(É pra já, é pra já) (copos se batendo, cachaça no copo)
-Aee, é pra enche a cara heim! Uai moço você não bebeu porque? -Porque ninguém manda em mim!
(Disparos) -Não bebeu mas morreu! Ha Ha Ha
F
Em uma cidade lá longe bem distante
C
aonde a bala fazia a lei
Morava um bandido bastante afamado
F
já tinha matado 43.
Seu nome era Jack, esperto e violento,
F7 Bb
era o conhecido como O Matador,
F
Brigava e batia no meio da rua,
C F
o povo já corria ele era um terror.
Bb
Um dia a tardinha, naquele povoado,
F
o Jack armado entrou no, botequim,
F7 Bb
chegou arrastando a sua espora
C F
e a todos dali foi dizendo assim.
-Ha Ha Ha Ha. Atenção! Eu sou o Jack Matador. Todo mundo aqui vai dançar, aquele que não dançar vai engolir chumbo! Gaitero, toca no negócio aí! (Gaita)
-Ae! Bonito! Uai moço, você não dançou porque? -Porque ninguém manda em mim! (Disparo)
-Não dançou, mas morreu!
F
Porém certo dia naquele povoado
C
chegou mais um homem também valentão,
seu nome era Kid, veloz como um gato,
F
matava pra ver o defunto no chão.
Mandou um recado urgente pro Jack,
F7 Bb
estou lhe esperando lá dentro do salão,
F
eu quero acertar uma conta antiga,
C F
eu vim de tão longe por essa razão.
Bb
No bar da esquina o Jack foi entrando
F
já foi avistando o Kid no balcão,
F7 Bb
chegou prevenido cabeça bem alta
C F
disposto a matar foi dizendo então:
-Olá Kid mandou me chamar eh? -Mandei sim Jack, eu quero acertar aquela continha velha hoje. -É pra já Kid, pucha o revólver! (2 Disparos)
F
Dois tiros se ouviram por entre a fumaça,
C
dois corpos caídos no chão estirados,
chegou o xerife tremendo de medo
F
ao ver que os dois homens tinham se matado.
Puxado a carroça, na mesma tardinha
F7 Bb
foi pro cemitério os dois num caixão,
F
a banda tocava de tanta alegria
C F
no fim da encrenca dos dois valentões
O Homem da Cruz Tom: E E B7 E B7 A E Ainda é tempo de você se arrepender e implorar ao santo mestre a salvação B7 A E B7 E Pois mais errado que você foi até agora, meu irmão chegou a hora de pedir perdão
B7 E B7 A E Você é livre faça aquilo que quiser, não se esquecendo daquele homem da cruz B7 A E B7 E Aqui na terra suas contas você acerta, mas depois ainda resta acertar as contas com Jesus
B7 A Jesus Cristo, mestre amigo E B7 E Jesus Cristo fonte pura de amor B7 A Jesus Cristo, luz divina E B7 E Rei dos reis supremo salvador
B7 E B7 A E Quando as trombetas soarem no infinito, você então não vai poder voltar atrás B7 A E B7 E Os seus pecados já foram para balança não há mais esperança porque é tarde demais
B7 A Jesus Cristo, mestre amigo E B7 E Jesus Cristo fonte pura de amor B7 A Jesus Cristo, luz divina E B7 E Rei dos reis supremo salvador
Pago Pra Ver Tom: D Intro: D
D G
Eu pago pra ver
D
tá na cara que você ainda não me esqueceu
E
quero ouvir da sua boca você dizer Adeus
A D G
Eu pago pra ver REF
D
sei que ainda está sentindo alguma coisa por mim
E
pode crer a nossa história sempre acabas assim
G A D
com você perto de mim
A D
Eu pago pra ver
A/C# Bm
outro homem te amar com te amei
Bm/A G
outra boca te beijar como beijei
D/F# Em
pago pra ver
A D
eu pago pra ver
D?F# Bm
você ficar com outro em meu lugar
Bm/A G D/F#
mesmo assim não vai me esquecer
Em A D
lembrando do meu jeito eu sei que vai chorar
Refrão - Solo
Eu pago pra ver
você ficar...
Refrão 2x
Enviada por Alessandra Bastos e Silva Moraes